Rito da Coroação do Kaiser Pedro I e da Kaiserin Elizabeth I - Imperadores da Áustria

CANTO DO CORTEJO
Marcha Militar Austríaca

1. Reunido o povo, o kaiser dirige-se ao Palácio de Hofburg e saúda aos povos.

2. Após isso, o kaiser dirige-se à Catedral de Santo Estevão acompanhado da kaiserin em um cortejo entoando a Marcha Militar Austríaca.

CANTO DE ENTRADA
Kaiserhymne (instrumental)

3. Chegando na Catedral, o kaiser é recebido pelo corpo dos bispos. O kaiser depõe o capacete de cavaleiro e o bispo celebrante o asperge e o kaiser coloca novamente o capacete e inicia a procissão de entrada na igreja.

4. Reunido o povo, o imperador dirige-se ao altar com os bispos, os ministros e os príncipes, durante o canto de entrada.


Gott erhalte, Gott beschütze

unsern Kaiser, unser Land!
Mächtig durch des Glaubens Stütze
führ' Er uns mit weiser Hand!
Lasst uns Seiner Väter Krone
schirmen wider jeden Feind;
Innig bleibt mit Habsburgs Throne
Österreichs Geschick vereint.

2
Fromm und bieder, wahr und offen

lasst für Recht und Pflicht uns stehn,
lasst, wenn's gilt, mit frohem Hoffen
muthvoll in den Kampf uns gehn!
Eingedenk der Lorbeerreiser,
die das Heer so oft sich wand,
Gut und Blut für unsern Kaiser,
Gut und Blut für's Vaterland!

3
Was der Bürger Fleiß geschaffen

schütze treu des Kriegers Kraft;
mit des Geistes heitern Waffen
siege Kunst und Wissenschaft!
Segen sei dem Land beschieden,
und sein Ruhm dem Segen gleich:
Gottes Sonne strahl' in Frieden
auf ein glücklich Österreich!

4
Lasst uns fest zusammenhalten;

in der Eintracht liegt die Macht,
mit vereinter Kräfte Walten
wird das Schwerste leicht vollbracht.
Lasst uns, eins durch Brüderbande,
gleichem Ziel entgegengehn;
Heil dem Kaiser, Heil dem Lande;
Österreich wird ewig stehn!

5
An des Kaisers Seite waltet,

ihm verwandt durch Stamm und Sinn,
reich an Reiz, der nie veraltet,
unsre holde Kaiserin.
Was als Glück zuhöchst gepriesen,
ström' auf Sie der Himmel aus:
Heil Franz Josef, Heil Elisen,
Segen Habsburgs ganzem Haus!


SAUDAÇÃO
 
5. Chegando ao altar é feita a devida reverência, em seguida, todos dirigem-se às cadeiras e o kaiser e a kaiserin se dirigem ao tronos.

6. Terminado o canto de entrada, todos, de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o bispo diz:

Bispo: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos: Amém.

7. O bispo, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Bispo: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Todos: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

8. O arcebispo poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na celebração do dia.

Bispo: Irmãos e irmãs, estamos aqui reunidos para celebrarmos a coroação do nosso imperador, Kaiser Pedro I, e da nossa imperatriz, Kaiserin Elizabeth I. Com grande alegria iniciemos essa santa celebração.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Bispo: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.

(Segue-se o canto do Kyrie)

Segue-se a absolvição:
Bispo: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Todos: Amém.

HINO DE LOUVOR
Gloria in excelsis Deo

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

(Segue-se o Hino de Louvor)

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado a introdução, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Bispo: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Concedei, ó Deus todo-poderoso, que tendo ungido Davi como rei de Israel, ungi também ao vosso filho que irá governar nossa nação, que ele seja sábio e nos leve à pátria gloriosa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ao terminar, o povo aclama:
Todos: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
(II Samuel 2, 1-7)

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do Livro de Samuel.

"1.Depois disso, Davi consultou o Senhor: “Devo subir a alguma das cidades de Judá? – perguntou ele –. “Vai – respondeu o Senhor. Davi retomou: “Aonde irei?”. “A Hebron.” 2.Davi subiu a Hebron com suas duas mulheres, Aquinoam de Jezrael e Abigail, viúva de Nabal, de Carmelo. 3.Levou também Davi os homens de sua tropa com suas famílias e fixaram-se nas cidades de Hebron. 4.Os homens de Judá foram ali e ungiram Davi como rei da casa de Judá. Foi anunciado ao rei que os homens de Jabes em Galaad haviam sepultado Saul. 5.Davi mandou-lhes mensageiros, dizendo: “Benditos sejais pelo Senhor, por terdes feito esta obra de misericórdia para com o vosso senhor Saul, sepultando-o! 6.Que o Senhor, por sua vez, se mostre bom e fiel para convosco. E eu também vos beneficiarei por essa ação que fizestes. 7.Coragem! Sede homens valentes! Vosso senhor Saul morreu e a casa de Judá me ungiu por seu rei”."

Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 50)

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— O Senhor vai dar-lhe o trono de seu pai, o rei Davi.

— O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar! ℟.

— Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi! ℟.

— De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa! ℟.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Aleluia

10. Não se canta o Aleluia durante a quaresma, mas, sim, outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Bispo: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 25,31-46)


12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 31“Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. 32Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! 35Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; 36eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar’. 37Então os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Com sede e te demos de beber? 38Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? 39Quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te visitar?’ 40Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’ 41Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. 42Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; 43eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não me fostes visitar’. 44E responderão também eles: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’ 45Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’46Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Todos: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

JURAMENTO

9. O imperador de joelhos diante de uma bíblia, inicia o juramento com o bispo perguntando ao imperador.

Bispo: Senhor, Vossa Majestade está disposto a fazer o Juramento?

Imperador: Estou disposto.

Bispo: Você promete solenemente e jura governar os Povos do Império Austro-Húngaro e de Territórios em sua Posse e dos outros Territórios pertencentes ao Império, de acordo com suas respectivas leis e costumes?

Imperador: Prometo solenemente fazê-lo.

Bispo: Você fará com que a Lei e a Justiça, na Misericórdia, sejam executadas em todos os seus julgamentos?

Imperador: Eu prometo.

Bispo: Você manterá o máximo de seu poder as Leis de Deus e a verdadeira profissão do Evangelho? Você vai manter o máximo de seu poder no 
Império Austro-Húngaro na Religião Católica Apostólica Romana estabelecida por lei? Você manterá e preservará inviolavelmente o estabelecimento da Igreja Católica e sua doutrina, adoração, disciplina e governo, conforme a lei estabelecida? E você preservará os bispos e clérigos da Áustria, e para as igrejas lá confiadas a sua responsabilidade, todos os direitos e privilégios que por lei fazem ou devem pertencer a eles ou a qualquer um deles?

Imperador: Eu prometo.

Imperador: Declaro diante de todos vocês que, durante toda a minha vida, seja ela longa ou curta, estarei a seu serviço e ao serviço de nossa grande família imperial, à qual todos nós pertencemos. As coisas que aqui prometi eu realizarei e manterei. Assim Deus me ajude.

5. Após isso inicia a Ladainha de Todos os Santos e todos se ajoelham, menos o imperador que irá se prostrar.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

Kyrie eleisonKyrie eleisonChriste eleisonChriste eleisonKyrie eleisonKyrie eleison
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós!São Miguel, rogai por nós!Santos Anjos de Deus, rogai por nós!São João Batista, intercedei por nós!
São José, rogai por nós!São Pedro e São Paulo, rogai por nós!Santo André, rogai por nós!São João, intercedei por nós!
Sede-nos propício, ouvi-nos SenhorPara que nos livreis de todo o mal, ouvi-nos SenhorPara que nos livreis de todo pecado, ouvi-nos SenhorPara que nos livreis da morte eterna, ouvi-nos Senhor
Pela vossa encarnação, ouvi-nos SenhorPela vossa ressurreição, ouvi-nos SenhorPela efusão do Espírito Santo, ouvi-nos SenhorApesar de nossos pecados, ouvi-nos Senhor
Cristo, ouvi-nosCristo, ouvi-nos
Cristo, atendei-nosCristo, atendei-nos

5. Ao final todos se levantam e retiram do imperador sua espada de cavaleiro, o manto de cavaleiro e suas luvas. Depois o imperador, o bispo e os ministros se dirigem para uma cadeira oculta dos povos e inicia a unção com o óleo sagrado.

UNÇÃO

6. O bispo com o óleo sagrado em suas mãos diz: 

Mãos:
Bispo: Que suas mãos sejam ungidas pelo óleo sagrado.

7. O bispo passa o óleo fazendo uma cruz nas mãos do imperador.

Peito:
Bispo: Que seu peito seja ungido pelo óleo sagrado.

8. O bispo passa o óleo fazendo uma cruz no peito do imperador.

Testa:
Bispo: Que sua testa seja ungida pelo óleo sagrado.

9. O bispo passa o óleo fazendo uma cruz na testa do imperador.

9. Terminada a unção o imperador é vestido com o manto imperial e com a murça e se dirige ao trono acompanhado pelos bispos.

ENTREGA DAS INSÍGNIAS

11. O imperador se dirige ao altar e se ajoelha em uma almofada diante do bispo. Um ministro vai ao altar e pega a espada e a entrega ao bispo que a entrega ao imperador dizendo: 

Bispo: Aceite esta espada, e use-a para o bem dos seus povos e do seu império.

12. O imperador dá a espada ao  bispo que dá ao ministro que a coloca no altar

 13. O ministro vai ao altar, pega o anel e as luvas cândidas e as entrega ao bispo que entrega o anel dizendo:

Bispo: Aceite este anel, símbolo de seu compromisso, união e fidelidade com seu povo e seu com seu Império.

14. O bispo calça as luvas no imperador e coloca o anel no dedo anelar da mão direita do imperador.

15. O ministro vai ao altar e pega o orbe imperial e o entrega ao celebrante que entrega ao imperador, dizendo:

Bispo: Aceite este orbe, símbolo do seu domínio e do domínio de Cristo sobre o mundo.

16. O ministro vai ao altar e pega o cetro imperial e o entrega ao celebrante que entrega ao imperador, dizendo:

Bispo: Aceite este cetro, símbolo de sua autoridade como imperador e de seu poder como soberano.

17. O ministro pega a Coroa Imperial e a entrega ao bispo que a oferece diante do imperador, dizendo:

Bispo: Aceite a Coroa Imperial, símbolo do seu poder, legitimidade, imortalidade, justiça, vitória, triunfo, honra, glória, soberania e da sua autoridade sobre os povos do Império Austro-Húngaro.

18. O imperador põe a coroa e nesse momento os príncipes e os chefes de estado colocam suas coroas ou tiaras de estado. 

19. Terminada a entrega das insígnias, o imperador se levanta e se senta no trono acompanhado pelos ministros. Nesse momento os príncipes e os chefes de estado se levantam de coroa e se sentam quando o imperador se sentar. Inicia a coroação da Imperatriz e quando encerrar ela se dirige ao trono ao lado do Imperador. Inicia-se então a coroação da imperatriz.

JURAMENTO

9. A imperatriz de joelhos diante de uma bíblia, inicia o juramento com o bispo perguntando a imperatriz.

Bispo: Senhora, Vossa Majestade está disposta a fazer o Juramento?

Imperatriz: Estou disposta.

Bispo: Você promete solenemente e jura auxiliar e governar os Povos do Império Austro-Húngaro e dos outros Territórios pertencentes ao Império, de acordo com as respectivas leis e costumes?

Imperatriz: Prometo solenemente fazê-lo.

Bispo: Você fará com que a Lei e a Justiça, na Misericórdia, sejam executadas em todos os seus julgamentos?

Imperatriz: Eu prometo.

Bispo: Você auxiliará a manter o máximo do poder as Leis de Deus e a verdadeira profissão do Evangelho? Você vai auxiliar a manter o máximo do poder no 
Império Austro-Húngaro na Religião Católica Apostólica Romana estabelecida por lei? Você manterá e preservará inviolavelmente o estabelecimento da Igreja Católica e sua doutrina, adoração, disciplina e governo, conforme a lei estabelecida? E você preservará os bispos e clérigos da Áustria, e para as igrejas lá confiadas em sua responsabilidade, todos os direitos e privilégios que por lei fazem ou devem pertencer a eles ou a qualquer um deles?

Imperatriz: Eu prometo.

Imperatriz: Declaro diante de todos vocês que, durante toda a minha vida, seja ela longa ou curta, estarei a seu serviço e ao serviço de nossa grande família imperial, à qual todos nós pertencemos. As coisas que aqui prometi eu realizarei e manterei. Assim Deus me ajude.

20. O ministro vai ao altar, pega o anel e entrega ao bispo que o entrega dizendo:

Bispo: Aceite este anel, símbolo de seu compromisso, união e fidelidade com seu povo e seu com seu Império.

21. O ministro pega a Coroa e a entrega ao bispo que a oferece diante da imperatriz, dizendo:

Bispo: Aceite a Coroa, símbolo do seu poder, legitimidade, imortalidade, justiça, vitória, triunfo, honra, glória, soberania e da sua autoridade sobre os povos do Império Austro-Húngaro.

22.No momento que os imperadores se levantarem todos os saúdam, dizendo:

Todos: Deus salve os Imperadores! Vida longa aos Imperadores!

CANTO DA COROAÇÃO
Kaiserhymne (cantado)

Gott erhalte, Gott beschütze

unsern Kaiser, unser Land!
Mächtig durch des Glaubens Stütze
führ' Er uns mit weiser Hand!
Lasst uns Seiner Väter Krone
schirmen wider jeden Feind;
Innig bleibt mit Habsburgs Throne
Österreichs Geschick vereint.

2
Fromm und bieder, wahr und offen

lasst für Recht und Pflicht uns stehn,
lasst, wenn's gilt, mit frohem Hoffen
muthvoll in den Kampf uns gehn!
Eingedenk der Lorbeerreiser,
die das Heer so oft sich wand,
Gut und Blut für unsern Kaiser,
Gut und Blut für's Vaterland!

3
Was der Bürger Fleiß geschaffen

schütze treu des Kriegers Kraft;
mit des Geistes heitern Waffen
siege Kunst und Wissenschaft!
Segen sei dem Land beschieden,
und sein Ruhm dem Segen gleich:
Gottes Sonne strahl' in Frieden
auf ein glücklich Österreich!

4
Lasst uns fest zusammenhalten;

in der Eintracht liegt die Macht,
mit vereinter Kräfte Walten
wird das Schwerste leicht vollbracht.
Lasst uns, eins durch Brüderbande,
gleichem Ziel entgegengehn;
Heil dem Kaiser, Heil dem Lande;
Österreich wird ewig stehn!

5
An des Kaisers Seite waltet,

ihm verwandt durch Stamm und Sinn,
reich an Reiz, der nie veraltet,
unsre holde Kaiserin.
Was als Glück zuhöchst gepriesen,
ström' auf Sie der Himmel aus:
Heil Franz Josef, Heil Elisen,
Segen Habsburgs ganzem Haus!


SAUDAÇÃO

16. Após os imperadores se sentares, se faz uma fila começando pelo Arquiduque, Duques, os demais membros da Família Imperial e por fim os convidados que tocam na coroa do imperador, beija o anel e diz:

Todos: Deus salve o imperador!

Por último tocam na coroa da imperatriz, beija o anel e diz:

Todos: Vida longa a imperatriz!

CANTO FINAL
Kaiserhymne (cantado)

Gott erhalte, Gott beschütze

unsern Kaiser, unser Land!
Mächtig durch des Glaubens Stütze
führ' Er uns mit weiser Hand!
Lasst uns Seiner Väter Krone
schirmen wider jeden Feind;
Innig bleibt mit Habsburgs Throne
Österreichs Geschick vereint.

2
Fromm und bieder, wahr und offen

lasst für Recht und Pflicht uns stehn,
lasst, wenn's gilt, mit frohem Hoffen
muthvoll in den Kampf uns gehn!
Eingedenk der Lorbeerreiser,
die das Heer so oft sich wand,
Gut und Blut für unsern Kaiser,
Gut und Blut für's Vaterland!

3
Was der Bürger Fleiß geschaffen

schütze treu des Kriegers Kraft;
mit des Geistes heitern Waffen
siege Kunst und Wissenschaft!
Segen sei dem Land beschieden,
und sein Ruhm dem Segen gleich:
Gottes Sonne strahl' in Frieden
auf ein glücklich Österreich!

4
Lasst uns fest zusammenhalten;

in der Eintracht liegt die Macht,
mit vereinter Kräfte Walten
wird das Schwerste leicht vollbracht.
Lasst uns, eins durch Brüderbande,
gleichem Ziel entgegengehn;
Heil dem Kaiser, Heil dem Lande;
Österreich wird ewig stehn!

5
An des Kaisers Seite waltet,

ihm verwandt durch Stamm und Sinn,
reich an Reiz, der nie veraltet,
unsre holde Kaiserin.
Was als Glück zuhöchst gepriesen,
ström' auf Sie der Himmel aus:
Heil Franz Josef, Heil Elisen,
Segen Habsburgs ganzem Haus!